Get Adobe Flash player

Sem demoras

Autor: nayara | Data: 20/12/2010 | Categoria: Geral, Internet

Porque as festas todas já estão ai, prontas para a alegria geral.

nayarac.

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Instalando FlashPlayer Debugger no Firefox do Linux

Autor: adriano | Data: 16/04/2010 | Tags: , , | Categoria: Firefox, Linux

Já tentou puxar a versão debugger do seu flashplayer no site da adobe para instalar no seu linux e não vem com um executável simples para instalar e desistiu? Então tente novamente só que fazendo diferente.

Instalando

Siga os passos abaixo.

[bash]
# 1 – fazendo download
wget http://download.macromedia.com/pub/flashplayer/updaters/10/flash_player_10_linux_dev.tar.gz

# 2 – descompactando o diretório principal
tar -vzxf flash_player_10_linux_dev.tar.gz

# 2.1 – descompactando o arquivo de nosso interesse
tar -vzxf flash_player_10_linux_dev/plugin/debugger/libflashplayer.so.tar.gz

# 3 – fazendo uma cópia do arquivo .so para nosso firefox
cp libflashplayer.so /usr/lib/mozilla/plugins/libflashplayer.so
[/bash]

No tópico 3 se por acaso a sua distribuição não for ArchLinux e não existir o diretório mensionado ( /usr/lib/mozilla/plugins/ ), utilize o Find Files da sua

distribuição e localize o arquivo libflashplayer.so e veja qual é o diretório em que se encontra pois o mesmo deverá ser substituido pela versão debugger.

E pronto, agora seu flashplayer é o debugger.

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Dicas legais para GIT

Autor: adriano | Data: 15/04/2010 | Tags: , , , , | Categoria: Controle de versão, Linux

Atalhos

Para você que é usuário de controle de versões GIT e que ainda digita, checkout, status, branch e commit para executar suas devidas tarefas. Pare já! Existe um modo mais fácil de se fazer a mesma coisa.

Criando o arquivo de configuração global do GIT

Altere o arquivo .gitconfig que se encontra no diretório do seu usuário igual o texto abaixo. Caso não o tenha, crie. Vale lembrar que trata-se de um arquivo oculto.

[bash]

[alias]
st = status
ci = commit
co = checkout
br = branch
[user]
name = seu_nome #informe seu nome
email = seu_email #informe seu email
[/bash]

Repare no [alias] qual é o atalho respectivo a tarefa que deseja. Agora não precisará digitar commit para comitar, basta digitar apenas ci .

Exibindo o nome da branch em questão

Não sei vocês mas acho complicado quando meu console não exibia o nome da branch em que estou então vamos lá. Te ensinarei como deixar visível o nome da branch.

Em seu console, execute o seguinte comando:

[bash]

nano ~/.bashrc

[/bash]

Agora adicione as seguintes linhas:

[bash]

parse_git_branch() {
git branch 2> /dev/null | sed -e ‘/^[^*]/d’ -e ‘s/* \(.*\)/(\1)/’
}
PS1=’\[\e[1;37m\]\w\[\e[m\] $(parse_git_branch) \[\e[1;32m\]\$ \[\e[m\]\[\e[1;37m\]‘

[/bash]

Pronto! Agora basta reiniciar seu console e verá que ao acessar algum repositório do git ele irá lhe mostrar a branch em questão.

Antes

Depois

Obs. Se você utiliza windows, esse post não será válido.

1 comentário



Instalando gem RMagick no Ubuntu 9.10

Autor: adriano | Data: 14/04/2010 | Tags: , , , , , , , | Categoria: Linux, Ruby, RubyOnRails

Para quem sofre ao necessitar instalar o RMagick no seu ubuntu, aqui vai uma possível solução. Não posso garantir que irá resolver o problema de todo mundo mesmo acreditando que sim mas não afirmarei com certeza.

Quando tentava instalar, ocorria o seguinte erro:

[bash]
*** extconf.rb failed ***
Could not create Makefile due to some reason, probably lack of
necessary libraries and/or headers.  Check the mkmf.log file for more
details.  You may need configuration options.

Provided configuration options:
–with-opt-dir
–without-opt-dir
–with-opt-include
–without-opt-include=${opt-dir}/include
–with-opt-lib
–without-opt-lib=${opt-dir}/lib
–with-make-prog
–without-make-prog
–srcdir=.
–curdir
–ruby=/usr/local/bin/ruby
[/bash]

Instalando dependências

[bash]
sudo aptitude install libperl-dev
sudo aptitude install libmagickwand-dev
sudo aptitude install libmagickcore-dev libmagick++-dev
[/bash]

Instalando ImageMagick

E qual foi a solução? Adivinha! Tive de fazer o donwload e compilar “na mão” o ImageMagick. Instalar o mesmo utilizando aptitude,
apt-get não resolvia. Então, faça os seguintes procedimentos para também ser feliz.

[bash]
wget ftp://ftp.fifi.org/pub/ImageMagick/ImageMagick-6.5.7-10.tar.gz
tar -vzxf ImageMagick-6.5.7-10.tar.gz
cd ImageMagick-6.5.7-10/
./configure
make
sudo make install
[/bash]

Instalando RMagick

Agora finalmente poderemos instalar a nossa gem RMagick

[bash]
gem install rmagick
[/bash]

E é isso ai! Sucesso!

2 comentários



Instalando e configurando o Postgresql com RubyOnRails no ArchLinux

Autor: adriano | Data: 13/04/2010 | Tags: , , , , , , , | Categoria: Banco de dados, Linux, PostgreSQL, Ruby, RubyOnRails

Segue aqui os comandos necessários para que você instale seu ambiente de desenvolvimento com o banco de dados PostgreSQL.

Instalação:

[bash]

pacman -S postgresql

[/bash]

Startando banco de dados

[bash]

/etc/rc.d/postgresql start

[/bash]

Criando o usuário do PostgreSQL

[bash]
groups postgres
su root
su – postgres
createuser <username>
[/bash]

Adaptador para o Rails

[bash]
gem install pg
[/bash]

Criando projeto rails com PostgreSQL

Pronto. Agora é só criar seu projeto rails voltado para o postgresql

[bash]
rails <nome_projeto> –d=postgresql
[/bash]

Agora configure seu arquivo database.yml com o usuário e senha que você criou acima.
Abraços

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HTML Validator no Firefox

Autor: adriano | Data: 5/04/2010 | Tags: , , , , | Categoria: Geral

Quer possuir uma praticidade em validar seus sites e ficar por dentro de sites que estão corretos perante as normas da W3C? Começe a utilizar o HTML Validator, um add-on muito prático para seu Firefox.

Com ele é possível fazer testes baseado no HTML ou no XHTML. Tome cuidado ao testar um site pois ele pode ter sido construído em XHTML e você estar testando o HTML, isso fará com que seja exibido muitos erros que na verdade é sua validação que está incorreta. Mais a frente será apresentado como fazer os diferentes tipos de testes.

Instalando

Página de download

http://users.skynet.be/mgueury/mozilla/download.html

Após instalado, será necessário que seja reiniciado seu firefox. Reinicie e verifique se apareceu um ícone semelhante a este no rodapé do firefox:

Caso seja usuário de linux e não tenha aparecido o tal ícone é porque sua distribuição não possui algumas libs necessárias. Acesse a página que possui a relação de libs a serem instaladas de acordo com a distribuição.

http://users.skynet.be/mgueury/mozilla/faq.html

** Lembre-se de reinstalar o Add-On pois mesmo instalando as libs ele não irá funcionar até que seja reinstalado.

Utilizando

Após instalado e reiniciado o firefox, ao acessar uma página ele automaticamente já começará a validar.

Quando encontrar algum erro, o ícone será igual a este:

Ou quando tudo der certo será como este:

Validando HTML ou XHTML

Preste muita atenção na opção selecionado para que o html validator valide. Existem 3 tipos de opções, sendo elas:

HTML TIDY

Valida HTML.

SGML PARSER

Valida XHTML

SERIAL

Valida HTML e XHTML

Quando comecei a utilizar notei que TODOS os sites possuiam erros pois meu html validator estava na opção SERIAL então como ele estava validando tanto o HTML quanto o XHTML quando o site era feito em XHTML por exemplo ele dava os erros do HTML e quando o site estava em HTML ele dava erro do XHTML. Então é importante selecionar a opção de acordo com a estrutura do site em questão.

Alterando opção de validação

Como mensionado acima existem diferenças nas opções de validações então para especificar uma faça o seguinte:

Clique com o botão direito encima do ícone e clique em “Options…

Agora basta alterar a opção ALgorithm.

Alterando exibição do ícone

Particularmente prefiro deixar o ícone para exibir a quantidade de erros que possui a página em questão. Para fazer isso faça:

Clique com o botão direito encima do ícone e clique em “Show / Icon and Text

Agora seu ícone deverá estar semelhante a esta imagem:

Erro:

Sucesso:

Agora basta sair validando os sites que existem por ai.

Adriano Tadao

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ArchLinux: Ambiente RubyOnRails e PHP

Autor: Alexandre Bini | Data: 20/03/2010 | Tags: , , , , , , , , , | Categoria: Linux, Ruby

Uma das distribuições linux que vem ganhando grande destaque atualmente é o ArchLinux. Ele possui uma comunidade fantástica, uma wiki excepcional, não nos prende a um desktop environment possibilitando assim a instalação do xfce, kde, gnome, etc sem grandes dores de cabeça e com total compatibilidade. Outro aspecto interessante é que não é uma distribuição derivada de outra, como é o caso do Ubuntu/Debian. Vale a pena testá-la.

Aqui na Voraz, deixamos de utilizar o Ubuntu e passamos a utilizar o Arch sem nenhum problema, e com um ganho de performance enorme.

Hoje vamos preparar o arch para desenvolvimento de aplicações rails e php com o banco de dados mysql.

MySql

[shell]
pacman -S mysql
/etc/rc.d/mysqld start
/usr/bin/mysqladmin -u root password ‘seu_password’
[/shell]

Php

Existem diversas alternativas para rodarmos php e nginx juntos, utilizaremos aqui o spawn-cgi

[shell]
pacman -S php-cgi php-mcrypt
yaourt -S spawn-fcgi
[/shell]

Agora abra seu arquivo /etc/php/php.ini

[shell]
#verifique se a pasta que você utilizará como root no nginx na linha open_basedir. Se não tiver, adicione
open_basedir = /srv/http/:/home/:/tmp/:/usr/share/pear/:/root/

#libere os módulos que deseja, no meu caso são esses:
extension=bz2.so
extension=mcrypt.so
extension=mysql.so
extension=zip.so
[/shell]

Para startar o php basta utilizar o seguinte comando:

[shell]
spawn-fcgi -a 127.0.0.1 -p 9000 -f /usr/bin/php-cgi &
[/shell]

Rvm

O rvm, que nos permite utilizar várias versões do Ruby .

[shell]
pacman -S git #caso ainda não tenha o git instalado.
mkdir -p ~/.rvm/src/ && cd ~/.rvm/src && rm -rf ./rvm/ && git clone –depth 1 git://github.com/wayneeseguin/rvm.git && cd rvm && ./install
[/shell]

Reinicie seu terminal e caso não tenha o comando “rvm”, adicione a seguinte linha ao seu .bashrc e reinicie o terminal novamente.

[shell]
if [[ -s /usr/local/rvm/scripts/rvm ]] ; then source /usr/local/rvm/scripts/rvm ; fi
[/shell]

Agora vamos instalar as versões 1.8.7 e 1.9.1 do ruby e setar a versão padrão a ser utilizada.

[shell]
rvm install 1.8.7,1.9.1
rvm –default 1.9.1
[/shell]

e algumas gems:

[shell]
gem update
gem install gem_plugin rails
gem install mongrel –source http://gems.rubyinstaller.org/">http://gems.rubyinstaller.org #para ruby 1.9.1
[/shell]

Nginx / Passenger

Nginx é um servidor leve, de baixo consumo de memória e alta performance e com arquivos de configuração bem claros e simples.

Na Voraz, substituímos o apache pelo nginx e não temos do que reclamar. O passenger nos permite rodar aplicações rails diretamente no nginx (ou no apache). Vamos a instalação:

[shell]
gem install passenger
passenger-install-nginx-module
[/shell]

O segundo comando irá baixar e compilar o nginx já com o módulo do passenger instalado. Agora vamos fazer uma configuração básica do nginx. Abra o arquivo /opt/nginx/conf/nginx.conf

[shell]
worker_processes  1;

error_log  logs/error.log;

http {
passenger_root /usr/local/rvm/gems/ruby-1.9.1-p378/gems/passenger-2.2.11;
passenger_ruby /usr/local/rvm/rubies/ruby-1.9.1-p378/bin/ruby;

include       mime.types;
default_type  application/octet-stream;

access_log off;

sendfile        on;

keepalive_timeout  65;

client_max_body_size 15m;

autoindex on;

index  index.html index.htm index.php;

charset utf-8;

include fastcgi_params;
include /opt/nginx/sites-enabled/*;
}
[/shell]

Vá ao arquivo /opt/nginx/conf/fastcgi_params (provavelmente você só precisará adicionar a ultima linha)

[shell]

fastcgi_param  QUERY_STRING       $query_string;
fastcgi_param  REQUEST_METHOD     $request_method;
fastcgi_param  CONTENT_TYPE       $content_type;
fastcgi_param  CONTENT_LENGTH     $content_length;

fastcgi_param  SCRIPT_NAME        $fastcgi_script_name;
fastcgi_param  REQUEST_URI        $request_uri;
fastcgi_param  DOCUMENT_URI       $document_uri;
fastcgi_param  DOCUMENT_ROOT      $document_root;
fastcgi_param  SERVER_PROTOCOL    $server_protocol;

fastcgi_param  GATEWAY_INTERFACE  CGI/1.1;
fastcgi_param  SERVER_SOFTWARE    nginx/$nginx_version;

fastcgi_param  REMOTE_ADDR        $remote_addr;
fastcgi_param  REMOTE_PORT        $remote_port;
fastcgi_param  SERVER_ADDR        $server_addr;
fastcgi_param  SERVER_PORT        $server_port;
fastcgi_param  SERVER_NAME        $server_name;

# PHP only, required if PHP was built with –enable-force-cgi-redirect
fastcgi_param  REDIRECT_STATUS    200;

fastcgi_param  SCRIPT_FILENAME    $document_root$fastcgi_script_name;
[/shell]

Vamos criar a pasta /opt/nginx/sites-enabled onde deixaremos os arquivos de configuração de nossos sites e o arquivo /opt/nginx/sites-enabled/0-default

[shell]
server {
listen          80;
server_name     localhost;
root            /root/voraz;

error_page   500 502 503 504  /50x.html;
location = /50x.html {
root   html;
}
location ~ \.php$ {
fastcgi_pass   127.0.0.1:9000;
}
}
[/shell]

Desse modo, todas as requisições a arquivos .php serão encaminhadas ao pgp-cgi. Agora vamos criar um novo arquivo de configuração para uma aplicação rails: /opt/nginx/sites-enabled/teste-rails

[shell]
server{
server_name         sindicato.org.br www.sindicato.org.br;
root                /root/voraz/teste-rails/public; #deve sempre apontar para a pasta public
passenger_enabled   on;
rails_env           production;
}
[/shell]

Para finalizar, alguns comandos do nginx:

[shell]
/opt/nginx/sbin/nginx #start o nginx
/opt/nginx/sbin/nginx -s stop #para o nginx
/opt/nginx/sbin/nginx -s reload #retarta o nginx
[/shell]

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140 caracteres de limite.

Autor: nayara | Data: 2/03/2010 | Categoria: Geral, Internet

Inacreditavelmente eu não vou escrever sobre o twitter. O título faz menção ao que o Tas falou, tanto na palestra que assisti dele na Unitoledo quanto no prefácio do livro sobre o twitter: “O twitter é uma maquininha de cutucar corações e mentes na velocidade da luz. Em 140 toques ou menos, a imaginação é o limite. @marcelotas”

O que me interessa aqui e agora é mais a imaginação que qualquer outra coisa.

Durante toda minha vida consciente (porque da inconsciente não me lembro muito…) a criatividade das pessoas sempre foi a “estrela guia” do meu ser. Ok, a expressão parece nome de revista de horóscopo, mas quando digo isso quero dizer que, de tudo o que posso encontrar em um ser, a criatividade é o faz minha luz vermelha acender.

Desde pequena quando ouvia as histórias, as explicações sem sentido, os facínios internos que cada um traz em si, tudo isso me seduzia de tal forma que nunca consegui me livrar dessa perseguição pela elouquência que a criatividade dá as pessoas.

E assim sendo, fui e ainda sou apaixonada por qualquer coisa que tenha esse “Q” de porque não pensei nisso antes?!? De paixão inacabada, de desejo mórbido, de insensatez mesmo.

Toda a historinha acima é para ilustrar (muito porcamente) o imenso entusiasmo que tive quando vi “o post” do IdeaFixa de hoje (um dos posts). Porque não é somente o fato de um pessoal ter uma ideia legal e colocar isso na rede, mas sim como a mente humana pode fazer coisas incríveis.

Cada coisa que vejo, cada palavra escrita (não por mim, é claro), cada traço que é desenhado, me deixam arrepiada com nossa capacidade, com a quantidade de coisas incríveis e maravilhosas que já foram feitas no mundo e quantas mais podem ser criadas.

70 Million by Hold Your Horses ! from L'Ogre on Vimeo.

Mas há quem duvide disso tudo e, honestidade, eu também desanimo as vezes. Mas não o suficiente para deixar de pensar em todas as coisas do mundo. E quando digo todas, são todas mesmo, as que conheço e as que não conheço ainda. E no que eu mais penso são nas pessoas.

Pessoas como Leonardo da Vinci, pintando sua Monalisa, como Magritte e seu cachimbo, Aristóteles e suas perguntas, Cesar e suas ameaças, Einstein e suas letras, Marie Curi e seu polônio, Coubert e sua visão, Montesquieu, Simone de Beauvoir, Hannah Arendt, Chico Buarque, Vinícius de Morais, … ah! eu poderia falar de tantos que este post até perderia o sentido.
Ainda bem que não preciso falar mais nada. A humanidade fala por si só.

PS: Para reconhecer alguns quadros, fica a dica!

Update: os quadros utilizados podem ser vistos aqui, no flickr da banda. Acertei quase todos, não?

PS2: Todas as imagens foram pesquisadas no Google. Quando procurei as imagens foi para “ilustrar” o video para a equipe da Voraz e só depois veio a ideia do post. Então, dessa vez fica o dito pelo não dito e faz de conta que as imagens são do Google mesmo, tá?

PS3: Post devidamente clonado do meu blog, www.nayarac.com

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Ressaca

Autor: nayara | Data: 1/03/2010 | Tags: , , , | Categoria: Geral, Internet

E quem disse que final de semana só rende ressaca?

O documentário A História das Coisas (Story od Stuff) foi assistido no sábado, em um momento #mudandoDeassunto na aula da pós-graduação. (sim, porque não é somente de História que nós falamos). A ideia do vídeo era apenas descontrair, mas rendeu bem mais que isso, tanto na sala quanto aqui na empresa. Porque nós podemos até esquecer por um momento ou outro, mas isso não significa que o problema não existe. Responsabilidade social, ambiental, econômica, sustentável são para e de todos.

Outra coisa boa vista no #findi foi a indicação de um filme – Berlin 36, que conta a tragetória  de Margareth Bergmann – saltista que lutou por 70 anos para obter retratação do comitê olímpico alemão por ter sido proibida de participar dos jogos olímpicos de 1936 e ainda ter seu recorde apagado dos livros de registro. A matéria foi vista no Esporte Espetacular (e você pode ver aqui) e o trailer do filme, com toda a história você vê aqui.

1936S_poster_b

Detalhe que me fez escrever sobre esse filme, foi a declaração da própria Margareth quando recebeu (finalmente) a retratação do comitê: “Foi uma atitude muito bacana receber esse reconhecimento. E eu agradeço. Mas isso, claro, não me fez esquecer tudo o que ocorreu comigo. Finais felizes anestesiam demais as pessoas e não é isso que eu desejo. Quero que sua biografia fique marcada na História como uma cicatriz, uma eterna lembrança para que a intolerância e o terror jamais vençam novamente no esporte ou em qualquer lugar.”

nayarac.

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Vamos abrir uma igreja?

Autor: nayara | Data: 17/02/2010 | Tags: , , | Categoria: Geral

Já negando qualquer má interpretação que este título possa trazer, neste post não há nada sobre religiões ou afins.

A reflexão aqui é para o outro sentido que a frase adquire em determinadas conversas (e se você nunca ouviu isso, desculpe por te chocar!). Como empresária, sempre ouço (e é sempre mesmo, sem exageros) que deve ser muito fácil ganhar dinheiro nessa condição. E, quem está do lado que cá do arco-íris sabe que a banda não toca assim. Daí a “piada interna” de que uma igreja é sempre mais lucrativa, visto os benefícios que tem, os impostos diferenciados (quando eles existem), e toda uma lista imensa de outras coisas que, na ponta do lápis, se mostram mais bonitos que a realidade de muitas micro e pequenas empresas. E de média e grandes empresas também, acredito.

Afinal, quem não sonha em ganhar muito sem fazer nada ou fazendo muito pouco ou ainda mandando alguém fazer? Minha micro experiência em comportamento social me faz pensar que aqui no Brasil uma boa parte da galera pensa isso. E, honestamente, não sei dizer se pensam certo ou errado (até porque esse tipo de análise nem cabe aqui).

Mas fato é que isso não rola. E com óbvias excessões nas quais eu não me incluo, você precisa ralar muito para que sua empresa fique firme e forte no mercado. Não depende da sua vontade, mas você precisa muito dela para que isso aconteça.

Muitas horas de trabalho (mesmo que todos os “bem sucedidos” que você conheça digam que não se deve trabalhar demais…), o dobro dessas horas de estudo (sim, porque se você trabalha 14 horas por dia saiba que precisa, no mínimo, estudar 28. Ah! seu dia só tem 24? que pena!), muito investimento, muita qualidade, muita informação, para evitar o exagero de tudo isso.

E é essa a diferença. As pessoas que dizem ou imaginam salários astronômicos quando sabem que você é seu próprio patrão não tem a menor ideia do tamanho da responsabilidade que é administrar um negócio, por mais micro que ele seja. É a falta de informação que faz com que tantos cobicem sua situação, mesmo sabendo que não suportariam 1/3 da realidade. E assim a piada infame se reproduz livremente.

Pena.

Porque inevitavelmente a gente (e digo isso de forma muito geral e descomprometida) não se importa com a seriedade que é construir um patrimonio. Em como é importante sempre mostrar a qualidade que seu produto e conhecimento contém e que isso sim faz a diferença lá no final e não um parentesco distante ou ainda um preço absurdamente impraticável.

Duas coisas que li essa semana servem para corroborar a ideia que quero transmitir aqui. A primeira delas é uma análise sobre a vida e obra do Chico Buarque, que li no blog da amiga e parceira Ana. O texto não é dela, mas o autor – Ruy Castro – foi incrível em concluir que mesmo sem um contexto histório atual, as músicas feitas por Chico para o período da ditadura ainda são válias, não por um conteúdo ideológico em si, mas pela qualidade que apresentam. O trecho que me refiro é esse:

“Um garoto de quinze anos, que as ouça pela primeira vez e não tenha a menor ideia do que essas canções significaram em seu tempo, ainda assim poderá amá-las ― pela sua inteligência e qualidade lírica intrínsecas, à prova de épocas, folhinhas, relógios.” (para ler toda a reportagem, clique aqui).

O segundo texto é antigo, de 2007, mas tão pertinente que seria impossível não falar. Lendo este post do Blog do Cassano, cliquei no link do referido texto e, novamente, a certeza do que falo é reforçada: você não precisa “vender” coisas se souber vender histórias. E não dá pra fazer isso se não houver uma preocupação em ter uma própria.

Então, que tal parar de bancar o profissional que “rende bilhões” e ser o profissional que sabe  do que está falando, fazendo e pensando? Porque assim, a gente não precisa abrir uma igreja para faturar super, basta ver as possibilidades e fazer um esforcinho para pensar lá na frente e sair ganhando.

Mas claro, sempre com muita informação. E se não tiver, procure, porque sem ela não dá pra fazer nada.

nayarac.

PS: este post seria escrito à quatro mãos e dois cérebros, mas por motivos de força maior foram-se duas das mãos. Mas o crédito é para os dois cérebros, ok?  Valeu Alexandre, pelo agradável debate!!


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